Are-baba! Há quem tenha vergonha dos pés, das orelhas diabano, de uma cicatriz, de uma perebinha indiscreta... de não ter depilado num dia específico. Mas... a pior vergonha é moral... aquela coisinha que a gente faz, eventualmente, e não teria problema algum se não tivesse sido pública ou se a memória tivesse falhado daquele exato momento pra cá. Fato é que: algumas merdas são indeléveis e irrevogáveis! A vergonha alheia funciona mais ou menos assim. É um deslize que alguém cometeu e preferia não ter cometido. Alguma coisa que coloca à prova todo o seu caráter e ética. Alguma coisa que se fosse no escuro... no escuro ficaria... e assim, não teria nem sombra para te perseguir. Como digo sempre: "não aponto o dedo para quem fez ou faz coisas que eu já fiz". Se a gente pudesse fazer melhor, teria feito. Acredito no potencial das pessoas, mesmo que muitas tenham potencial bem baixo. Minha ex-chefe sempre dizia sobre algumas pessoas: "coitada, tão limitada"! Penso que ela tinha razão. Fico impressionada com a hipocrisia alheia. Realmente, esperar muito de um saco vazio... é colher vento. Melhor que não haja colheita então. No mais... tenho refletido sobre a frigidez como incapacidade feminina de amar. Acho compreensível que alguém que não acredite em si mesmo... tenha dificuldade ou verdadeiramente barreira para se entregar ou confiar - literalmente - nas mãos de outras pessoas. Coisa que sempre afirmei... tesão tem uma variável fortíssima no intelecto... e algumas pessoas são autistas ou realmente esquisofrênicas nesse quesito. PS: para se acreditar numa mulher, há de se confirmar - primeiramente - se realmente ela se tornou mulher. Peito, bunda, celulite são condições fisiológicas... caráter é construção, instrução e amadurecimento. Necessidade básica: ter saído das quatro patas e ser um ser pensante!